Como escolher o óleo do meu carro? Confira 4 dicas de como tomar essa decisão

O motor de um automóvel precisa de vários produtos para funcionar com eficiência. Um deles é o óleo lubrificante, componente fundamental para lubrificação de todas as partes internas do veóculo, evitando o atrito entre elas quando ele está em pleno funcionamento.

Até mesmo quem não entende muito de veículos, sabe que o óleo é vital para a boa performance dos carros. A questão primordial é saber qual aditivo é o mais adequado para o seu possante, pois ter esse conhecimento é essencial para adquirir sempre o produto certo para o seu carro.

Pensando nisso, preparamos uma lista com 6 critérios que você precisa levar em consideração na hora de fazer essa escolha. Se essa é a sua dúvida, não deixe de ler o post até o final.

Óleo mineral x Óleo sintético

Qual deles devo escolher? Na verdade, a resposta está na classificação e no grau de viscosidade do aditivo. Entretanto, é importante lembrar que os sintéticos são fabricados com propriedades mais próximas das exigências do motor, excluindo a necessidade de mais substâncias.

O fato é que cada um deles tem algumas peculiaridades específicas. Por exemplo, o óleo mineral é o lubrificante mais comum do mercado, sendo obtido por meio da transformação natural de substâncias oriundas do petróleo. Uma das desvantagens é a sua baixa resistência a altas temperaturas e a menor viscosidade.

Já o sintético é produzido a partir de reações químicas captadas em laboratório. Ele resiste bem a qualquer nível de viscosidade e temperatura. Produto é caracterizado por sua alta durabilidade, sendo ideal para quem roda muitos quilômetros por dia.

Em outras palavras, a tomada de decisão aqui vai estar muito ligada ao que você precisa extrair do seu veículo no dia a dia.

Observe a viscosidade do produto

A textura mais viscosa é uma característica do óleo. Entretanto, como foi dito no tópico anterior, essa característica se altera conforme a temperatura do motor. Quando elas estão mais baixas, ele apresenta textura mais grossa, podendo ficar mais fino na medida que o veículo aquece.

Então como eu escolho o óleo certo de acordo com esse critério? Verifique a viscosidade ideal do seu carro no manual do fabricante. Caso você não tenha o documento, a saída é recorrer a internet.

A nomenclatura padrão desta classificação é a presença de dois números após a letra. Por exemplo, 5W30.

Fique atento a classificação

Também é essencial observar, além da viscosidade dos óleos, as classificações dos perfis de óleo. Geralmente, esse dado aparece após os números mencionados acima.

Por exemplo, geralmente os produtos com as siglas SM e SN são melhores que a SL. Portanto, podem ser usadas em carros que exigem a SL. Já a SJ é considerada de qualidade inferior que a SL, o que impede que os óleos deste tipo se misturem.  

Acompanhe as datas de troca

Geralmente, os fabricantes recomendam a substituição dos produtos a cada 5 e 10 mil quilômetros, mas isso pode ter pequenas variações. O fato é que isso pode variar conforme você utiliza o seu carro.

Caso o seu veículo for muito utilizado, isso demandará trocas mais rápidas. Se o seu caso for o contrário, o produto terá maior longevidade. Entretanto, permanecendo a dúvida na sua cabeça, é melhor seguir as regras definidas pelos produtores do mercado. 

Conclusão

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