O que são alarmes volumétricos para carros, e como escolher o seu

Segurança é uma preocupação de todos hoje em dia, seja em nossas casas ou mesmo em nossos carros. Sendo este último o único que pode ser levado de nós, a indústria automobilística tem uma novidade, os alarmes volumétricos.

Hoje em dia, esse modelo de alarme para carros tem se destacado cada dia mais, mas está longe de ser o único e a grande diferença está em como eles funcionam.

Curioso para saber como o modelo volumétrico funciona? Nós da Auto Originais separamos um material bem legal e instrutivo para você.

O que são os alarmes volumétricos?

Existem 3 principais tipos de alarmes para carros:

  • Alarmes Perimétrico;
  • Alarmes Volumétrico;
  • Alarmes com Sensor de movimento.

O alarme perimétrico é aquele que normalmente vem de fábrica nos carros, ele monitora a abertura indevida das portas, capô e porta-malas. Quando alguém força algum desses pontos, um alarme sonoro é ativado.

O sensor de movimento identifica movimentos como inclinação e a movimentação através de uma tecnologia tem em smartphones. Assim, carro seja levado por um guincho, por exemplo, o alarme é acionado.

Todo mundo já está bastante familiarizado com essas formas de proteção para os carros, contudo, existe uma questão que esses tipos de alarmes não resolvem: janelas quebradas. Caso o indivíduo opte por quebrar os vidros para acessar o carro, é muito provável que nada aconteça.

Contudo, com os alarmes volumétricos, isso não é mais um problema e o segredo está justamente na forma como ele funciona.

Para que ele consiga operar é necessário ter 2 estruturas básicas: um sensor e um emissor ultrassônicos.

Quando o carro está completamente fechado, o padrão sonoro captado pelo sensor é específico, ou seja, aquelas condições determinam as suas características.

Uma vez que alguém quebre uma janela ou mesmo abra a porta sem desativar o alarme devidamente, o padrão sonoro muda, afinal de contas, agora trata-se de um ambiente aberto.

Como resposta a essa alteração o sensor indica ao módulo eletrônico a necessidade de disparar o alarme. A partir daqui todos já conhecem a história.

Mas por se tratar de um alarme baseado em ondas ultrassônicas, isso quer dizer que ele dispara com barulhos ou outras interferências? Essa é uma ótima pergunta!

Entendendo os princípios

Para que esse tipo de abordagem possa funcionar, o alarme de carro precisa ignorar alguns sinais. Esses conceitos são chamados de imunidade e sensibilidade.

Essa tecnologia é calibrada de forma que interferências que são comuns no dia a dia como pequenas batidas na lataria, vidros ou pneus, ou mesmo ruídos de uma tempestade com chuva e trovões.

Este é o princípio da imunidade. A sensibilidade trata-se de identificar reais ameaças ao seu veículo, como a quebra de janelas ou intrusão.

Isso é especialmente necessário para que o alarme não se torne algo banal. Imagine que o alarme do seu carro dispara pelo menos uma vez por semana. O resultado disso é que você não levará o levará mais a sério, podendo ser uma real emergência.

Como escolher o alarme ideal para o seu carro

Existem inúmeros modelos de alarme para carros no mercado, para adquirir que verdadeiramente satisfaça todas as suas necessidades dentro da janela de preço que você deseja é importante levar algumas coisas em consideração.

A primeira delas é que a função de travar o carro remotamente não é o mesmo de ter um alarme, alguns motoristas ainda podem se confundir com isso.

Sempre dê preferência aos modelos que monitoram todo o carro, incluindo porta-malas, capô, ignição e maçanetas. A possibilidade de fechar as janelas automaticamente também é uma grande comodidade!

Ademais, alguns modelos têm medidas de segurança avançada como a possibilidade de travar o motor, fazendo com que seja, virtualmente, impossível roubar o carro e até mesmo controlar o som pelo controle do dispositivo.

Claro, a possibilidade de identificar janelas quebradas como nos alarmes volumétricos também é traz uma medida extra de segurança (e tranquilidade) importante para os dias violentos que vivemos.

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